Como jogar Paciência Crescente
O Crescente é uma grandiosa paciência de dois baralhos tradicionalmente disposta numa ampla lua crescente de dezesseis pequenos leques em torno de um núcleo de oito bases. É uma das paciências mais exigentes — a taxa de vitória é baixa e cada jogada importa —, mas recompensa a paciência e o planejamento como poucas, e os três preciosos embaralhamentos lhe dão corda suficiente para escapar de um nó. Se você gosta do jogo longo do Spider, o Crescente é a próxima montanha a escalar.
Objetivo
Leve todas as 104 cartas para as oito bases. Quatro bases sobem em ordem crescente por naipe do Ás ao Rei; as outras quatro descem em ordem decrescente por naipe do Rei ao Ás. Complete todas as oito e você vence.
O tabuleiro
- Oito bases ficam no topo — um Ás e um Rei já posicionados para cada naipe. Os montes tracejados sobem; os pontilhados descem.
- Dezesseis montes de seis cartas se abrem em leque abaixo. Todas as cartas ficam visíveis, mas só a carta da ponta de cada monte está em jogo.
Jogadas
- Jogue a carta do topo de qualquer monte para uma base quando for a próxima carta acima (num monte de Ás) ou abaixo (num monte de Rei) daquele naipe.
- Ou coloque-a no topo de outro monte se for do mesmo naipe e exatamente um valor acima ou abaixo — as sequências do tabuleiro podem seguir em qualquer direção.
- Apenas uma carta se move por vez, e montes vazios não são repostos, então pense antes de esvaziar um. Dê um duplo clique numa carta para enviá-la a uma base automaticamente.
Embaralhamentos e estratégia
Quando você travar, o botão Embaralhar move a carta de baixo de cada monte para o topo — você tem três por jogo, e são sua única saída de uma posição morta, então gaste-os com sabedoria. A arte do Crescente está em manter suas opções abertas: evite enterrar uma carta de que logo precisará, forme sequências no tabuleiro que depois possa enviar a uma base de uma só vez e tente não comprometer cedo demais tanto os Ases quanto os Reis de um naipe. Use o desfazer para testar uma linha e guarde um embaralhamento para o final, onde um reembaralhamento bem cronometrado costuma destravar as últimas cartas teimosas.